
domingo, 13 de dezembro de 2009
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
o paraiso em mim
domingo, 1 de novembro de 2009
RELACIONAMENTO
E
COMPORTAMENTO
HUMANO
NA LEITURA
DA OBRA
O PEQUENO PRINCÍPE
DE
ANTOINE DE SAINT- EXUPERY
COLÉGIO ESTADUAL PRESIDENTE COSTA E SILVA
Professor: Evandro Costa. E-mail leddoris@hotmail.com
Projeto de leitura Relacionamento e Comportamento humano.
Livro texto: O pequeno príncipe de Antoine de Sant Exupéry
OBJETIVOS:
Trabalhar a questão da compreensão da leitura
Construção de leitores que escrevam sob senso critico
Estimular a leitura e aprendizagem continuada.
Ano: 8º e 9º
Tempo estimado de apresentação: uma tarde ou quatro tempos de aula.
RECURSOS:
O livro: “O pequeno príncipe”
D.V.D do filme: “O pequeno príncipe”
Desenhos produzidos pelos alunos
Apoio do Centro Tecnológico
Apoio da direção da Escola
Repertorio musical ambiente
DESENVOLVIMENTO:
1ª Etapa:
Obter e disponibilizar para fins de leitura o livro texto.
2ª Etapa:
Fazer leituras do livro para os alunos, abordando o tema proposto;
Envolvendo hábitos de leitura e de pesquisa a postura de estudo dos alunos;
Dividir os alunos em grupos de 4ou5
Indicar as funções para a apresentação do trabalho na culminância;
Promover reunião e integração dos alunos no propósito das tarefas.
AVALIAÇÃO:
Registrar o comportamento e a postura dos alunos em relação às questões propostas nas atividades, assim como o senso de colaboração e a atitude.
Avaliar as atividades apresentadas.
Dia da Apresentação: 22 de Outubro de 2009
No Espaço do Auditório do Colégio Estadual Presidente Costa e Silva
PROGRAMAÇÃO
Abertura com O professor Evandro Costa e projeção do filme “O pequeno príncipe”
Esquetes em ordem de 1 a 9 dos grupos de alunos do projeto.
Apresentação do Seminário dos temas Relacionamento e Comportamento humano.
Coquetel de encerramento
Alunos que estão no projeto:
Grupo 1
Jean Rafael Silva
Marina de Figueredo da Silva
Rebeca Inácio do Nascimento
Thiago Soares Barbosa
Grupo 2
Beatriz Gomes Bermond
Andrew de Freitas Gabry
Luis Freitas Gomes
Isabela Santos Ferreira
Grupo 3
Thaylaine dos Santos Siqueira
Caio Lima da Silva
Bruna Caroline Vieira Malfetano,
Paloma Frazão,
Marcus Patrick Silva Fontenele de Araújo
Raquel Tavares Candido Correia
Grupo 4
Caroline Nascimento Franca de Vasconcelos
Gabriel Damásio Evangelista
Luigi Fortes Mayer
Pedro Jorge Martins dos Santos
Grupo 5
Larissa Pinheiro de Almeida Silva
Lúcio Antonio da Silva Santos
Clarice da Silva Ribeiro Filomeno
Catarine Mourão Vieira
Karine Cristine Martins Campelo
Grupo 6
Mariana Rosa de Moraes
Simoni Nunes dos Santos
Sidcley de Oliveira Vilela
Katharine Aparecida dos Santos
Grupo 7
Thiago Araújo de Moraes
Gabriel de Oliveira de Gonçalves
Jéssica de Castro Coutinho da Silva
Gabriela Karine Careli de Sá Silva
Grupo 8
Maria Eduarda Silva dos Santos
Alisson Rodrigues Pereira Bento
Juliana Rodrigues Lopes Lima
Rayan Gomes Ribeiro
Grupo 9
Ernani Almeida de Oliveira
Tauane de Matos Rodrigues
Bianca Guerra Medeiros
Kyanne Gloria Machado Azeredo
Larissa do Carmo Vieira
Grupo 10
Tamires de Oliveira
Caroline da Silva Pereira
Brenda Barbosa Rodrigues
Stephanie Alves de Andrade
Daniel Sales do Nascimento
Rafael Barbosa
Esquetes e Seminários:
Grupo 1
Esquete:Uma criança fala o que quer ser quando crescer.
Seminário:Profissões de valor
Grupo 2
Esquete: Menina se acha bela mas não é amada
Seminário: Convívio com as diferenças das pessoas.
Grupo 3
Esquete: O que representa a sinceridade
Seminário: Os nossos maiores amores.
Grupo 4
Esquete: O pequeno príncipe fala sobre mentira
Seminário: Razão e fantasia
Grupo 5
Esquete: O pequeno príncipe fala sobre sua casa
Seminário: A importância de gostar de alguém.
Grupo 6
Esquete: O pequeno fala sobre o respeito com a criança e com o adulto.
Seminário: A importância do respeito pelos semelhantes
Grupo 7
Esquete: O pequeno príncipe se despede da terra e fala sobre protegê-la
Seminário: Devemos cuidar de nossos ambientes
Grupo 8
Esquete: O pequeno príncipe morre com a picada da serpente e o piloto chora.
Seminário: Como devemos nos comportar diante da morte.
Grupo 9
Esquete: uma fala sobre as impressões da educação.
Seminário: O valor que tem ter formação profissional.
Grupo 10
Apoio técnico de efeitos sonoros e visuais.
Brenda Barbosa Rodrigues
Vestuário, e apresentação.
Agradecimentos:
Ao Senhor Jesus por nos dar a oportunidade de continuar nosso trabalho
Com fé e dignidade, mesmo contra as adversidades;
À memória de Angelina Rodrigues Costa, minha avó e contadora de histórias
À todos os alunos participantes
À Direção Do Colégio Presidente Costa e Silva;
Aos professores;
À biblioteca do Colégio Presidente Costa e Silva;
Ao centro tecnológico;
Aos funcionários do colégio.
E a todos que nos ajudaram na tarefa deste trabalho.
Aos promolters: Thaylaine dos Santos Siqueira,Rafael Barbosa e Brenda Barbosa Rodrigues.
E
COMPORTAMENTO
HUMANO
NA LEITURA
DA OBRA
O PEQUENO PRINCÍPE
DE
ANTOINE DE SAINT- EXUPERY
COLÉGIO ESTADUAL PRESIDENTE COSTA E SILVA
Professor: Evandro Costa. E-mail leddoris@hotmail.com
Projeto de leitura Relacionamento e Comportamento humano.
Livro texto: O pequeno príncipe de Antoine de Sant Exupéry
OBJETIVOS:
Trabalhar a questão da compreensão da leitura
Construção de leitores que escrevam sob senso critico
Estimular a leitura e aprendizagem continuada.
Ano: 8º e 9º
Tempo estimado de apresentação: uma tarde ou quatro tempos de aula.
RECURSOS:
O livro: “O pequeno príncipe”
D.V.D do filme: “O pequeno príncipe”
Desenhos produzidos pelos alunos
Apoio do Centro Tecnológico
Apoio da direção da Escola
Repertorio musical ambiente
DESENVOLVIMENTO:
1ª Etapa:
Obter e disponibilizar para fins de leitura o livro texto.
2ª Etapa:
Fazer leituras do livro para os alunos, abordando o tema proposto;
Envolvendo hábitos de leitura e de pesquisa a postura de estudo dos alunos;
Dividir os alunos em grupos de 4ou5
Indicar as funções para a apresentação do trabalho na culminância;
Promover reunião e integração dos alunos no propósito das tarefas.
AVALIAÇÃO:
Registrar o comportamento e a postura dos alunos em relação às questões propostas nas atividades, assim como o senso de colaboração e a atitude.
Avaliar as atividades apresentadas.
Dia da Apresentação: 22 de Outubro de 2009
No Espaço do Auditório do Colégio Estadual Presidente Costa e Silva
PROGRAMAÇÃO
Abertura com O professor Evandro Costa e projeção do filme “O pequeno príncipe”
Esquetes em ordem de 1 a 9 dos grupos de alunos do projeto.
Apresentação do Seminário dos temas Relacionamento e Comportamento humano.
Coquetel de encerramento
Alunos que estão no projeto:
Grupo 1
Jean Rafael Silva
Marina de Figueredo da Silva
Rebeca Inácio do Nascimento
Thiago Soares Barbosa
Grupo 2
Beatriz Gomes Bermond
Andrew de Freitas Gabry
Luis Freitas Gomes
Isabela Santos Ferreira
Grupo 3
Thaylaine dos Santos Siqueira
Caio Lima da Silva
Bruna Caroline Vieira Malfetano,
Paloma Frazão,
Marcus Patrick Silva Fontenele de Araújo
Raquel Tavares Candido Correia
Grupo 4
Caroline Nascimento Franca de Vasconcelos
Gabriel Damásio Evangelista
Luigi Fortes Mayer
Pedro Jorge Martins dos Santos
Grupo 5
Larissa Pinheiro de Almeida Silva
Lúcio Antonio da Silva Santos
Clarice da Silva Ribeiro Filomeno
Catarine Mourão Vieira
Karine Cristine Martins Campelo
Grupo 6
Mariana Rosa de Moraes
Simoni Nunes dos Santos
Sidcley de Oliveira Vilela
Katharine Aparecida dos Santos
Grupo 7
Thiago Araújo de Moraes
Gabriel de Oliveira de Gonçalves
Jéssica de Castro Coutinho da Silva
Gabriela Karine Careli de Sá Silva
Grupo 8
Maria Eduarda Silva dos Santos
Alisson Rodrigues Pereira Bento
Juliana Rodrigues Lopes Lima
Rayan Gomes Ribeiro
Grupo 9
Ernani Almeida de Oliveira
Tauane de Matos Rodrigues
Bianca Guerra Medeiros
Kyanne Gloria Machado Azeredo
Larissa do Carmo Vieira
Grupo 10
Tamires de Oliveira
Caroline da Silva Pereira
Brenda Barbosa Rodrigues
Stephanie Alves de Andrade
Daniel Sales do Nascimento
Rafael Barbosa
Esquetes e Seminários:
Grupo 1
Esquete:Uma criança fala o que quer ser quando crescer.
Seminário:Profissões de valor
Grupo 2
Esquete: Menina se acha bela mas não é amada
Seminário: Convívio com as diferenças das pessoas.
Grupo 3
Esquete: O que representa a sinceridade
Seminário: Os nossos maiores amores.
Grupo 4
Esquete: O pequeno príncipe fala sobre mentira
Seminário: Razão e fantasia
Grupo 5
Esquete: O pequeno príncipe fala sobre sua casa
Seminário: A importância de gostar de alguém.
Grupo 6
Esquete: O pequeno fala sobre o respeito com a criança e com o adulto.
Seminário: A importância do respeito pelos semelhantes
Grupo 7
Esquete: O pequeno príncipe se despede da terra e fala sobre protegê-la
Seminário: Devemos cuidar de nossos ambientes
Grupo 8
Esquete: O pequeno príncipe morre com a picada da serpente e o piloto chora.
Seminário: Como devemos nos comportar diante da morte.
Grupo 9
Esquete: uma fala sobre as impressões da educação.
Seminário: O valor que tem ter formação profissional.
Grupo 10
Apoio técnico de efeitos sonoros e visuais.
Brenda Barbosa Rodrigues
Vestuário, e apresentação.
Agradecimentos:
Ao Senhor Jesus por nos dar a oportunidade de continuar nosso trabalho
Com fé e dignidade, mesmo contra as adversidades;
À memória de Angelina Rodrigues Costa, minha avó e contadora de histórias
À todos os alunos participantes
À Direção Do Colégio Presidente Costa e Silva;
Aos professores;
À biblioteca do Colégio Presidente Costa e Silva;
Ao centro tecnológico;
Aos funcionários do colégio.
E a todos que nos ajudaram na tarefa deste trabalho.
Aos promolters: Thaylaine dos Santos Siqueira,Rafael Barbosa e Brenda Barbosa Rodrigues.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Só
Só restou silêncio de um coração vazio,
Que sonha acordado e sofre calado
No peito apertado.
E só restou a saudade de um dia de chuva.
Seu corpo molhado em meus braços enlaçados
Sentindo a verdade de um órfão de amor
Querendo em seu peito um abrigo sem dor.
E só restou a tristeza da mesma sala vazia
E o resto de uma poesia que fiz na parede
Para ler todos os dias como se fosse uma
Reza de amor.
Edivaldo Costa
Só restou silêncio de um coração vazio,
Que sonha acordado e sofre calado
No peito apertado.
E só restou a saudade de um dia de chuva.
Seu corpo molhado em meus braços enlaçados
Sentindo a verdade de um órfão de amor
Querendo em seu peito um abrigo sem dor.
E só restou a tristeza da mesma sala vazia
E o resto de uma poesia que fiz na parede
Para ler todos os dias como se fosse uma
Reza de amor.
Edivaldo Costa
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
terça-feira, 8 de julho de 2008
Ler Clarice é...
Teresa Montero
Ler Clarice é viver em permanente estado de paixão. Ler Clarice exige uma mudança de postura do leitor no modo pelo qual ele se aproxima do texto. É que o texto de Clarice pede uma escuta atenta, uma entrega de quem o lê. Clarice fala de coisas presentes no nosso dia-a-dia, o modo pelo qual reagimos aos acontecimentos mais banais, como andar na rua, olhar-se ao espelho ou conversar com um amigo. Ela nos mostra, também, outras coisas vivenciadas interiormente, aqueles momentos sem palavras dos quais só o nosso coração testemunha. Clarice escreve textos como quem vai desvelando a realidade, sondando os gestos, os olhares; tudo tão sutilmente que quando o leitor se dá conta vê-se diante de um instante mágico, especial, ao reconhecer a sua vida, a si mesmo, através daquelas palavras.
Ler Clarice é uma oportunidade de mudar o seu olhar diante do universo. É estar disponível para se aventurar no seu interior de forma irracional, sem censuras. Deixar-se levar pela imaginação, pela intuição e usá-las como forma de conhecimento.
Ao publicar A paixão segundo G.H., Clarice escreveu uma pequena nota introdutória onde pedia que este livro só fosse lido por pessoas de alma já formada. Isso mostra até que ponto pode-se absorver o que o seu texto diz. Ao ler Clarice deve-se estar disposto a aceitar o não entendimento de determinados processos da vida. Clarice dizia: “Suponho que entender não seja uma questão de inteligência, mas uma questão de sentir, de entrar em contato.” Isso faz parte do caminho aberto pelo seu texto. Cada leitor contém a sua bagagem particular de experiências, sensações, acionadas no momento da leitura; Clarice sabe disso e valoriza estas particularidades. Seu texto é um convite permanente ao "viver ultrapassa todo o entendimento" (palavras de Clarice).
Clarice escreveu crônicas, contos, romances, livros infantis, reportagens, páginas femininas, uma peça teatral, enfim, exercitou-se em diferentes registros de textos, mas imprimiu sua marca em todos eles: o texto interroga, faz o natural parecer sobrenatural, imprime um sentido ainda desconhecido por nós.
Viver essa experiência de ser leitor de Clarice é uma aventura no que ela tem de imprevisível, surpreendente, perigoso, ao mesmo tempo é um presente porque quando se está lendo Clarice você se sente especial dentro deste universo criado por ela. Especial porque você consegue se reconhecer como um ser humano cheio de limitações, sujeito às adversidades da vida, ao fracasso, às crises, mas também capaz de trilhar um caminho repleto de descobertas, de sustos, de grandes alegrias, de momentos de êxtase, vertigens, delírios.
Ler Clarice é a possibilidade de viver intensamente o que se é.
Teresa Montero
Ler Clarice é viver em permanente estado de paixão. Ler Clarice exige uma mudança de postura do leitor no modo pelo qual ele se aproxima do texto. É que o texto de Clarice pede uma escuta atenta, uma entrega de quem o lê. Clarice fala de coisas presentes no nosso dia-a-dia, o modo pelo qual reagimos aos acontecimentos mais banais, como andar na rua, olhar-se ao espelho ou conversar com um amigo. Ela nos mostra, também, outras coisas vivenciadas interiormente, aqueles momentos sem palavras dos quais só o nosso coração testemunha. Clarice escreve textos como quem vai desvelando a realidade, sondando os gestos, os olhares; tudo tão sutilmente que quando o leitor se dá conta vê-se diante de um instante mágico, especial, ao reconhecer a sua vida, a si mesmo, através daquelas palavras.
Ler Clarice é uma oportunidade de mudar o seu olhar diante do universo. É estar disponível para se aventurar no seu interior de forma irracional, sem censuras. Deixar-se levar pela imaginação, pela intuição e usá-las como forma de conhecimento.
Ao publicar A paixão segundo G.H., Clarice escreveu uma pequena nota introdutória onde pedia que este livro só fosse lido por pessoas de alma já formada. Isso mostra até que ponto pode-se absorver o que o seu texto diz. Ao ler Clarice deve-se estar disposto a aceitar o não entendimento de determinados processos da vida. Clarice dizia: “Suponho que entender não seja uma questão de inteligência, mas uma questão de sentir, de entrar em contato.” Isso faz parte do caminho aberto pelo seu texto. Cada leitor contém a sua bagagem particular de experiências, sensações, acionadas no momento da leitura; Clarice sabe disso e valoriza estas particularidades. Seu texto é um convite permanente ao "viver ultrapassa todo o entendimento" (palavras de Clarice).
Clarice escreveu crônicas, contos, romances, livros infantis, reportagens, páginas femininas, uma peça teatral, enfim, exercitou-se em diferentes registros de textos, mas imprimiu sua marca em todos eles: o texto interroga, faz o natural parecer sobrenatural, imprime um sentido ainda desconhecido por nós.
Viver essa experiência de ser leitor de Clarice é uma aventura no que ela tem de imprevisível, surpreendente, perigoso, ao mesmo tempo é um presente porque quando se está lendo Clarice você se sente especial dentro deste universo criado por ela. Especial porque você consegue se reconhecer como um ser humano cheio de limitações, sujeito às adversidades da vida, ao fracasso, às crises, mas também capaz de trilhar um caminho repleto de descobertas, de sustos, de grandes alegrias, de momentos de êxtase, vertigens, delírios.
Ler Clarice é a possibilidade de viver intensamente o que se é.
sábado, 28 de junho de 2008
quarta-feira, 26 de março de 2008

O colecionador de nuvens
Eu perdia muitas coisas, em casa, na rua, no trabalho, onde estivesse eu perdia, parecia um complô do invisível contra mim, tão logo procurava por qualquer coisa, já perdia, isto me envelhecia, me tirava o sono e o amor próprio, logo eu, que tanto amo a vida. Resolvi então parar de procurar, aceitar as perdas e ganhar a liberdade, esta sim me agrada. Cansado das perdas e das coisas desagradáveis, decidi mudar meu estilo de vida.
Tornei-me colecionador de nuvens, nimbos, cirros, extratos, cúmulos, enfim, todas as nuvens eu colecionava na memória, saia de manhã, de tarde e a noite colhendo as mais belas nuvens, assim que as via pronto, as guardava na memória e no céu, é claro! Fui feliz por muito tempo, ganhei até dinheiro, fazendo palestras sobre nuvens, de tão profundo e detalhando foi meu esmero neste estudo, porém, ainda havia um descontentamento em mim ainda não aceitava as perdas do passado.
Em muitas das minhas andanças no olhar das nuvens vi um avião, que deixava em fumaça por entre as nuvens, a seguinte frase: “Achado e perdidos, venha descobrir o melhor”. O avião ao passar sobre a rua onde eu estava fez chover centenas de milhares de papel picado com os dizeres: “Achados e perdidos, venha já. Rua das lembranças s/n, Vale da Saudade”. Nunca ouvira falar em tal lugar, mas me senti atraído e procurei até encontrar.
Era uma rua pequena, calçada de pedras azuis, onde havia uma lojinha com o nome de: achado e perdidos, colorida como o arco-íris, onde havia umas pessoas simpáticas recebendo quem ali chegasse. Uma senhora procurava uma carta de amor, um senhor, por um cão, outra senhora procurava por saúde, uma menina pela mãe, uma jovem moça procurava por amor, eu procurava por tantas coisas, que já nem sabia por onde começar, um senhor bem velho procurava pela juventude, eu procurava, apenas procurava! Uma atendente perguntou-me o que procurava? Respondi-lhe que procurava, apenas procurava, ela então me apresentou um rapaz para tirar minhas dúvidas cujo nome era Achou, perguntei o que Achou estava fazendo ali, ele não sabia, Achou estava perdido, havia sido deixado desde garoto nas ruas de sua cidade. Também havia um homem chamado Sumiu, que não sabia de nada nem de ninguém, perguntaram-me por meu nome, eu preferi ser conhecido como Procurando, todos então passaram a me mostrar várias coisas na esperança de me ajudar.
Foi um verdadeiro encontro, eu olhava as prateleiras cheias de objetos perdidos, tudo ali, pronto para ser entregue, apenas pelo preço da busca, disseram –me que quanto maior uma busca mais caro se torna um achado. As minhas douradas meias de garoto, meu bonequinho cow boy, minha boina, enfim tudo que havia perdido estava ali diante de mim, mas eu não queria mais, pois aqueles objetos perderam-se nos momentos do passado.
A loja era um verdadeiro arco-íris dos achados, de cores e de brilhos, surpresas e saudade. O interessante era os achados. A senhora que procurava a carta achou, o cão foi achado; a saúde tinha acabado, o amor havia se renovado e a juventude estava na mente, tudo se resolvia, menos a solidão que eu sentia, eu a possuía, queria me livrar, mas não ali, eu era um colecionador de nuvens, eu as guardava no céu e na memória. Sumiu me chamou para dizer que havia feito um amigo, conheceu Achou com quem iria conversar muito.” Procurando, você encontrou o que queria?” Me perguntou o amigo Sumiu, lhe respondi que sim, mas que deixaria tudo ali, não queria mais. Falei sobre minha coleção de nuvens, todos ficaram encantados à medida que ia descrevendo-as.Naquele dia fui à praia, pra colocar dentro de uma garrafa de vidro uma carta para Deus, agradecendo-Lhe por minha coleção e por meu bem estar.
Eu nunca mais perdi nada, eu nunca mais procurei por nada, eu guardo minhas nuvens no céu, eu aprendia não ser só, eu tenho as nuvens que se transformam em vários formatos e em coração me torna feliz e completo.
Leddo Domus
Eu perdia muitas coisas, em casa, na rua, no trabalho, onde estivesse eu perdia, parecia um complô do invisível contra mim, tão logo procurava por qualquer coisa, já perdia, isto me envelhecia, me tirava o sono e o amor próprio, logo eu, que tanto amo a vida. Resolvi então parar de procurar, aceitar as perdas e ganhar a liberdade, esta sim me agrada. Cansado das perdas e das coisas desagradáveis, decidi mudar meu estilo de vida.
Tornei-me colecionador de nuvens, nimbos, cirros, extratos, cúmulos, enfim, todas as nuvens eu colecionava na memória, saia de manhã, de tarde e a noite colhendo as mais belas nuvens, assim que as via pronto, as guardava na memória e no céu, é claro! Fui feliz por muito tempo, ganhei até dinheiro, fazendo palestras sobre nuvens, de tão profundo e detalhando foi meu esmero neste estudo, porém, ainda havia um descontentamento em mim ainda não aceitava as perdas do passado.
Em muitas das minhas andanças no olhar das nuvens vi um avião, que deixava em fumaça por entre as nuvens, a seguinte frase: “Achado e perdidos, venha descobrir o melhor”. O avião ao passar sobre a rua onde eu estava fez chover centenas de milhares de papel picado com os dizeres: “Achados e perdidos, venha já. Rua das lembranças s/n, Vale da Saudade”. Nunca ouvira falar em tal lugar, mas me senti atraído e procurei até encontrar.
Era uma rua pequena, calçada de pedras azuis, onde havia uma lojinha com o nome de: achado e perdidos, colorida como o arco-íris, onde havia umas pessoas simpáticas recebendo quem ali chegasse. Uma senhora procurava uma carta de amor, um senhor, por um cão, outra senhora procurava por saúde, uma menina pela mãe, uma jovem moça procurava por amor, eu procurava por tantas coisas, que já nem sabia por onde começar, um senhor bem velho procurava pela juventude, eu procurava, apenas procurava! Uma atendente perguntou-me o que procurava? Respondi-lhe que procurava, apenas procurava, ela então me apresentou um rapaz para tirar minhas dúvidas cujo nome era Achou, perguntei o que Achou estava fazendo ali, ele não sabia, Achou estava perdido, havia sido deixado desde garoto nas ruas de sua cidade. Também havia um homem chamado Sumiu, que não sabia de nada nem de ninguém, perguntaram-me por meu nome, eu preferi ser conhecido como Procurando, todos então passaram a me mostrar várias coisas na esperança de me ajudar.
Foi um verdadeiro encontro, eu olhava as prateleiras cheias de objetos perdidos, tudo ali, pronto para ser entregue, apenas pelo preço da busca, disseram –me que quanto maior uma busca mais caro se torna um achado. As minhas douradas meias de garoto, meu bonequinho cow boy, minha boina, enfim tudo que havia perdido estava ali diante de mim, mas eu não queria mais, pois aqueles objetos perderam-se nos momentos do passado.
A loja era um verdadeiro arco-íris dos achados, de cores e de brilhos, surpresas e saudade. O interessante era os achados. A senhora que procurava a carta achou, o cão foi achado; a saúde tinha acabado, o amor havia se renovado e a juventude estava na mente, tudo se resolvia, menos a solidão que eu sentia, eu a possuía, queria me livrar, mas não ali, eu era um colecionador de nuvens, eu as guardava no céu e na memória. Sumiu me chamou para dizer que havia feito um amigo, conheceu Achou com quem iria conversar muito.” Procurando, você encontrou o que queria?” Me perguntou o amigo Sumiu, lhe respondi que sim, mas que deixaria tudo ali, não queria mais. Falei sobre minha coleção de nuvens, todos ficaram encantados à medida que ia descrevendo-as.Naquele dia fui à praia, pra colocar dentro de uma garrafa de vidro uma carta para Deus, agradecendo-Lhe por minha coleção e por meu bem estar.
Eu nunca mais perdi nada, eu nunca mais procurei por nada, eu guardo minhas nuvens no céu, eu aprendia não ser só, eu tenho as nuvens que se transformam em vários formatos e em coração me torna feliz e completo.
Leddo Domus
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Oráculo do champanhe
Sempre que chega o fim do ano minha atenção se volta pra o abrir do champanhe, sinto uma alegria quando a tampa sobe como uma bala, é uma sensação inexplicável, sempre que chega o fim do ano eu fico na expectativa do abrir do champanhe. Alguma coisa de compreensão a mais tem neste ato simples. Já vi o abrir da tampa com dificuldade, a tampa não saia por nada, falaram que estava quente, mas não estava, por fim, a tampa saiu sem barulho, o ano que começou foi difícil, só melhorou depois do mês seis. Passei a observar o champanhe, como oráculo do ano novo.
Lembro de tantas vezes que ouvi o barulho do espumante oráculo, também das decepções de não ter ouvido a explosão.
Em uma das vezes, a tampa voou tão espetacularmente, que nunca foi encontrada, o ano foi um dos melhores. O oráculo sempre assusta, pois nunca se tem certeza de suas respostas. No fim do ano passado fiquei sozinho no abrir do champanhe, tentei de todas as formas, mas a tampa não saiu, cortei, e enchi três copos, os estampidos dos fogos e a garrafa cortada, o champanhe gelado, nos copos brancos, a garrafa aberta, só após o esforço, mas aberta, começou o ano.
Leddo Domus
Sempre que chega o fim do ano minha atenção se volta pra o abrir do champanhe, sinto uma alegria quando a tampa sobe como uma bala, é uma sensação inexplicável, sempre que chega o fim do ano eu fico na expectativa do abrir do champanhe. Alguma coisa de compreensão a mais tem neste ato simples. Já vi o abrir da tampa com dificuldade, a tampa não saia por nada, falaram que estava quente, mas não estava, por fim, a tampa saiu sem barulho, o ano que começou foi difícil, só melhorou depois do mês seis. Passei a observar o champanhe, como oráculo do ano novo.
Lembro de tantas vezes que ouvi o barulho do espumante oráculo, também das decepções de não ter ouvido a explosão.
Em uma das vezes, a tampa voou tão espetacularmente, que nunca foi encontrada, o ano foi um dos melhores. O oráculo sempre assusta, pois nunca se tem certeza de suas respostas. No fim do ano passado fiquei sozinho no abrir do champanhe, tentei de todas as formas, mas a tampa não saiu, cortei, e enchi três copos, os estampidos dos fogos e a garrafa cortada, o champanhe gelado, nos copos brancos, a garrafa aberta, só após o esforço, mas aberta, começou o ano.
Leddo Domus
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

A melhor ajuda
Há tantas coisas a serem ditas no universo das idéias, que somente as estrelas podem iluminar. Ao chegar o dia vinte e dois de dezembro, Amandinha ouvia o som dos sinos nas batidas de seu coração, ela sentia uma alegria incontrolável, uma satisfação muito grande, sua mãe e seu padrasto haviam saído desde cedo, já era tarde, minha filha ouvia musicas e cantarolava , sua sobrinha havia saído com os pais, Amandinha estava sozinha, assistia a um vídeo clip , que baixara da internet .
Ela sentou-se na cama e viu chegar em sua casa uma moça clara, de cabelos longos e ao lhe olhar perguntou: “ o que você tem de melhor para eu levar para as pessoas tristes que vão passar o natal e o fim de ano sozinhas?” Amanda ficou assustada e surpresa, teve medo, mas disse que não tinha nada. A moça franziu a testa e disse-lhe: “eu vim buscar o q você tiver de mais verdadeiro para ajudar, não quero comida, nem roupas, nem nada material, quero o que você tiver de mais real, que seja seu” Amanda não entendeu, mas se propôs a ajudar no que fosse preciso, a moça então segurou sua mão e disse: “vamos ver as pessoas que você pode ajudar.”
Amanda entrou em uma casa muito bonita, luxuosa, onde havia uma mulher muito bonita, pensativa, caiam lagrimas sobre seu colo, logo Amandinha soube do que se tratava, a mulher sofria por amor. Espontaneamente, Amandinha falou que sofrer não faz sentido, pois quem ama de verdade não sofre por amor, não faz sentido, pois quem ama se ilumina. A mulher ouviu Amanda e sorriu, se sentindo melhor. Após isto, a moça e Amanda visitaram outras várias pessoas, ricas, pobres, boas de coração e para todas as pessoas, Amanda falou de seu próprio bem estar e todos sorriram e procuraram se encontrar com os seus entes queridos.
Amanda voltou, a moça ao se despedir disse: “você levou o que tem de melhor, o verdadeiro amor puro que tem no coração, que você seja esta pessoa linda que é, fique com o Senhor e, saiba que na noite de natal e de ano novo muitas pessoas vão estar bem graças a seu amor” Amanda sorriu, quando sua mãe a chamou: “ Amanda, chegamos, tudo bem? Amanda sorriu, olhou-se no espelho e pensou em todos que ama.
Há tantas coisas a serem ditas no universo das idéias, que somente as estrelas podem iluminar. Ao chegar o dia vinte e dois de dezembro, Amandinha ouvia o som dos sinos nas batidas de seu coração, ela sentia uma alegria incontrolável, uma satisfação muito grande, sua mãe e seu padrasto haviam saído desde cedo, já era tarde, minha filha ouvia musicas e cantarolava , sua sobrinha havia saído com os pais, Amandinha estava sozinha, assistia a um vídeo clip , que baixara da internet .
Ela sentou-se na cama e viu chegar em sua casa uma moça clara, de cabelos longos e ao lhe olhar perguntou: “ o que você tem de melhor para eu levar para as pessoas tristes que vão passar o natal e o fim de ano sozinhas?” Amanda ficou assustada e surpresa, teve medo, mas disse que não tinha nada. A moça franziu a testa e disse-lhe: “eu vim buscar o q você tiver de mais verdadeiro para ajudar, não quero comida, nem roupas, nem nada material, quero o que você tiver de mais real, que seja seu” Amanda não entendeu, mas se propôs a ajudar no que fosse preciso, a moça então segurou sua mão e disse: “vamos ver as pessoas que você pode ajudar.”
Amanda entrou em uma casa muito bonita, luxuosa, onde havia uma mulher muito bonita, pensativa, caiam lagrimas sobre seu colo, logo Amandinha soube do que se tratava, a mulher sofria por amor. Espontaneamente, Amandinha falou que sofrer não faz sentido, pois quem ama de verdade não sofre por amor, não faz sentido, pois quem ama se ilumina. A mulher ouviu Amanda e sorriu, se sentindo melhor. Após isto, a moça e Amanda visitaram outras várias pessoas, ricas, pobres, boas de coração e para todas as pessoas, Amanda falou de seu próprio bem estar e todos sorriram e procuraram se encontrar com os seus entes queridos.
Amanda voltou, a moça ao se despedir disse: “você levou o que tem de melhor, o verdadeiro amor puro que tem no coração, que você seja esta pessoa linda que é, fique com o Senhor e, saiba que na noite de natal e de ano novo muitas pessoas vão estar bem graças a seu amor” Amanda sorriu, quando sua mãe a chamou: “ Amanda, chegamos, tudo bem? Amanda sorriu, olhou-se no espelho e pensou em todos que ama.
Te amo, Mandinha, você é minha alegria. Evandro, seu pai!
domingo, 2 de dezembro de 2007
Filha
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Estrela, anjo e princesa
S S S
Foi em sonho, que ao olhar o céu
Ao acaso, eu vi a lua a anunciar
Que na minha rua passaria breve
Uma estrela em meu sonhar.
Seria a mais bela do esplendor
O astro brilhante que desceria,
Caminharia com seu calor
E me diria que a vida é poesia
Que se torna rica de amor.
Então tocando na minha mão
Se tornaria um anjo apaixonada
Encantaria meu coração, como som de violão
Em uma canção tão delicada.
E o lindo anjo em forma de menina
Vestida de azul, rosa e framboesa
Correria sorrindo pelo campina
Se transformando em princesa.
Acordei aflito, procurando ainda,
Era, talvez só um sonho, uma fantasia.
Conheci então, uma menina linda
A estrela, o anjo, a menina e para alegria
É a mais linda princesa do sonho e da poesia.
S S S
Foi em sonho, que ao olhar o céu
Ao acaso, eu vi a lua a anunciar
Que na minha rua passaria breve
Uma estrela em meu sonhar.
Seria a mais bela do esplendor
O astro brilhante que desceria,
Caminharia com seu calor
E me diria que a vida é poesia
Que se torna rica de amor.
Então tocando na minha mão
Se tornaria um anjo apaixonada
Encantaria meu coração, como som de violão
Em uma canção tão delicada.
E o lindo anjo em forma de menina
Vestida de azul, rosa e framboesa
Correria sorrindo pelo campina
Se transformando em princesa.
Acordei aflito, procurando ainda,
Era, talvez só um sonho, uma fantasia.
Conheci então, uma menina linda
A estrela, o anjo, a menina e para alegria
É a mais linda princesa do sonho e da poesia.
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