sexta-feira, 7 de setembro de 2007
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Este poema é dedicado a Amanda, a digna de ser amada.
Meu amor
Entre o silêncio de teu olhar,
Nas imagens de tua fala,
O que me faz te admirar,
É o que mais forte me cala.
É o encanto de tua lida,
O amanhecer do teu pensar,
É a tua alma fortalecida
No luta de teu buscar.
Se me fosse dado o direito,
Eu pediria ao meu Senhor,
Para morar bem dentro do peito
De meu sonhado amor.
Porém, o que sei da alegria,
Que pude conquistar,
Foi que nesta poesia,
Posso enfim, te falar.
Meu amor é abrangente,
Livre de paixão e pronto
Para te amar.
Entre o silêncio de teu olhar,
Nas imagens de tua fala,
O que me faz te admirar,
É o que mais forte me cala.
É o encanto de tua lida,
O amanhecer do teu pensar,
É a tua alma fortalecida
No luta de teu buscar.
Se me fosse dado o direito,
Eu pediria ao meu Senhor,
Para morar bem dentro do peito
De meu sonhado amor.
Porém, o que sei da alegria,
Que pude conquistar,
Foi que nesta poesia,
Posso enfim, te falar.
Meu amor é abrangente,
Livre de paixão e pronto
Para te amar.

Clara é a manhã, são as palavras lindas, a simplicidade de uma obra prima, a idéia dos que amam, Claras são luzes que levam os justos ao Senhor, as águas dos rios sadios. Clara são as pessoas que tem bondade e nobreza, mas que não ficam falando, apenas vivem o melhor de suas inteções. Clara é o nome desta linda moça, que engrandece todos os seus amigos e familiares, pois além de ser bela, é como o seu nome diz, iluminada, Clara. É um prazer estar e conhecer esta linda jovem, pois sei que ela irá conseguir muitas coisas boas na vida.
Um lugar ao Sol
Um lugar ao Sol
Este Blogger é como uma praça de idéias que os ventos do pensamento trazem logo dali da imaginação, para compor e recompor o melhor da mentalidade conceitual - psicológica e social. Há um conchavo com quem ama, gosta e vive, há uma cumplicidade com aqueles que constroem histórias de amor.
Este Blogger é como uma praça de idéias que os ventos do pensamento trazem logo dali da imaginação, para compor e recompor o melhor da mentalidade conceitual - psicológica e social. Há um conchavo com quem ama, gosta e vive, há uma cumplicidade com aqueles que constroem histórias de amor.
quarta-feira, 1 de agosto de 2007
Uma Razão de ficção
Não lembro quando a conheci, era linda, de olhos brilhantes e, dona do sorriso mais triste que já vi. Ela narrava completas tragédias de sua vida, perseguições implacáveis que sofria. Ela acreditava crer profundamente em sua tristeza e me convencia de tal forma, que ficava comovido, questionando os porquês daquele destino.
Ela sumia, eu ficava meses sem vê-la, de repente, nossos caminhos se entrelaçavam, e de novo o drama, a doença, o mau casamento, era como se transportasse toda sua tragédia em uma bolsa à tira-colo. Na última vez que a vi, fiquei tão preocupado, que à noite liguei para sua casa, sua irmã atendeu, sorridente e calma, ao lhe perguntar sobre a Irmã, disse-me que havia saído com o namorado, que fora ao cinema e de lá iam dançar. Calei revoltado e me despedi. Que mulher era aquela? Que morria de dia e à noite ia namorar? Julguei-me um tolo e uma nuvem de impropérios me sacudiu o pensamento.Esquecer era a solução, ou ela era louca ou praticava teatro consigo mesma, afinal, estava bem. Estava certo e decidido, não mais pensaria na tal mulher.
A natureza, às vezes, interfere na compreensão da razão de tal forma, que a explicação para isto é uma divagação esdrúxula e sem brilho. Certa tarde, olhei no canteiro um animal quieto, parado, era uma rã marrom-molhada, olhei fixamente e me aproximei ao perceber que o animal não se movia, para a minha surpresa era uma folha da amendoeira, olhei de novo do mesmo lugar de antes, lá estava a rã, era enfim, era uma questão de percepção e de sensibilidade.
Precisei ir à papelaria, ao chegar lá, deparei com a mulher sofredora, tentei fazer de conta que não a tinha visto, ela estava com a irmã, a sorridente, as duas me viram, a sofredora nada falou, parecia estar em choque de tristeza, a irmã me cumprimentou e disse que tinham sido assaltadas em casa e devido ao trauma, mudaram de endereço, a sofredora me entregou um bilhete com frases do seu sofrimento e com os nomes dos remédios que estava tomando, me despedi, desta vez nem olhei para trás. Pareciam duas loucas, uma sorridente e a outra sofredora. Tempos mais tarde, ao chegar em minha casa, à noite, recebi um recado que a mulher sofredora deixara um panfleto de propaganda, me avisando de um concurso de contos. Eu entendi menos ainda a razão daquela mulher, que fazia força de existir na razão e na ficção. Sentei, peguei minha caneta tinteiro, eis os fatos.
Leddo Dommus
sábado, 21 de julho de 2007
terça-feira, 17 de julho de 2007
Viver sempre
Se o preço da verdade for a tristeza, esqueça-a e viva momento pós momento, que verdade seja plena, mas que jamais supere a vontade de viver. Viver é realizar todos os dias o direito de ser quem é de fato. Não guarde palavras ruins, de fatos funestos, de previsões caóticas, guarde palavras de bons momentos, de sentimentos felizes, com passagens garantidas pelo bem-estar.
sexta-feira, 6 de julho de 2007
segunda-feira, 2 de julho de 2007
Para não parar de pensar
Parábola de um velho e bom parafuso
Havia um pequeno parafuso em uma porta antiga
Esta porta era a segurança da casa.
A porta estava muito velha.
Quando a casa entrou reforma
Tiraram a porta, mas o velho,
Bom parafuso não queria sair.
Porém, tudo que quer, o homem faz.
Então, tiraram o parafuso e colocaram uma porta nova,
Cheia de cores e vidros.
Mas nenhuma porta seria mais segura ali.
Pois, o pequeno parafuso conquistou e acostumou a parede.
Era o xodó da porta e sem ele nada seria como antes.
Então a casa passou ter uma linda porta, mas não tinha segurança.
E assim não acaba a história...
Havia um pequeno parafuso em uma porta antiga
Esta porta era a segurança da casa.
A porta estava muito velha.
Quando a casa entrou reforma
Tiraram a porta, mas o velho,
Bom parafuso não queria sair.
Porém, tudo que quer, o homem faz.
Então, tiraram o parafuso e colocaram uma porta nova,
Cheia de cores e vidros.
Mas nenhuma porta seria mais segura ali.
Pois, o pequeno parafuso conquistou e acostumou a parede.
Era o xodó da porta e sem ele nada seria como antes.
Então a casa passou ter uma linda porta, mas não tinha segurança.
E assim não acaba a história...
domingo, 1 de julho de 2007
sexta-feira, 29 de junho de 2007
Um lugar ao Sol
Um lugar ao Sol
Manhã desmaiada
Amanhecia, a última estrela ainda brilhava,
O dia, ora tímido, surgia!
Era fria a doce matina, não havia
Sua imagem no espelho, não havia!
Apenas a lembrança me preenchia,
Sua imagem refletia nas vidraças
Coloridas da casa, ora vazia!
Havia um resquício de sorriso
Em seus lábios cerrados,
Um pensamento furtivo em
Seus olhos, então parados.
Ainda assim, amanhecia, que seria do dia?
Sem o sol, sem o céu azul, sem o cheiro
Do seu perfume, que seria?
Não viveria o prazer de ver sua face,
Ouvir sua voz cristalina, sua alegria!
A noite... anoitecia!
Leddoris, outono de 2007
Manhã desmaiada
Amanhecia, a última estrela ainda brilhava,
O dia, ora tímido, surgia!
Era fria a doce matina, não havia
Sua imagem no espelho, não havia!
Apenas a lembrança me preenchia,
Sua imagem refletia nas vidraças
Coloridas da casa, ora vazia!
Havia um resquício de sorriso
Em seus lábios cerrados,
Um pensamento furtivo em
Seus olhos, então parados.
Ainda assim, amanhecia, que seria do dia?
Sem o sol, sem o céu azul, sem o cheiro
Do seu perfume, que seria?
Não viveria o prazer de ver sua face,
Ouvir sua voz cristalina, sua alegria!
A noite... anoitecia!
Leddoris, outono de 2007
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