segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

portal da arte


E os anjos descem a terra, eles vêm buscar o mundo, eles vêm salvar o tudo, eles vêm de longe, trazem a confusão de onde estão. Eles trazem a parte de seu céu para compartilhar com todos os homens, então anjos e homens se encontram.

porque a vida


Porque a vida é celebração do viver bem, aprendendo, andando pra frente em busca de um um lugar ao sol, porque a vida é uma propriedade de existência do ser na mentalidade maior do universo. Porque a vida é uma forma maior de amar o Senhor e continuar existindo com esperanças de renascer em um mundo melhor para que continue ajudando o perenizar da existência em harmonia com os espiritos no sentido evolutivo.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009


Construir é um buscar constante por luzes, não aceitar o pouco, o ruim, mas sim fazer o novo de novo norenovar constante, isto sim é contruir, pois assim vale a pena ver o belo, ser belo e viver,
estes são engenheiros da renovação, técnicos de buscas felizes que acendem a vida todo dia,Lúcio e Cleide, dois heróis livres da renovação no trabalho da educação.

A beleza está no sentimento


domingo, 22 de novembro de 2009

o paraiso em mim


Ser o mar no mar é estar no ser!
mergulhar nas profundezas do ser
que é no espirito do existir.
Mergulhar em si, estar além, muito
além onde ninguém duvida do sempre.
uma beleza de outros tempos

domingo, 1 de novembro de 2009

RELACIONAMENTO
E
COMPORTAMENTO
HUMANO



NA LEITURA


DA OBRA
O PEQUENO PRINCÍPE


DE


ANTOINE DE SAINT- EXUPERY

















COLÉGIO ESTADUAL PRESIDENTE COSTA E SILVA
Professor: Evandro Costa. E-mail leddoris@hotmail.com

Projeto de leitura Relacionamento e Comportamento humano.
Livro texto: O pequeno príncipe de Antoine de Sant Exupéry

OBJETIVOS:

Trabalhar a questão da compreensão da leitura
Construção de leitores que escrevam sob senso critico
Estimular a leitura e aprendizagem continuada.
Ano: 8º e 9º
Tempo estimado de apresentação: uma tarde ou quatro tempos de aula.

RECURSOS:
O livro: “O pequeno príncipe”
D.V.D do filme: “O pequeno príncipe”
Desenhos produzidos pelos alunos
Apoio do Centro Tecnológico
Apoio da direção da Escola
Repertorio musical ambiente
DESENVOLVIMENTO:

1ª Etapa:
Obter e disponibilizar para fins de leitura o livro texto.

2ª Etapa:
Fazer leituras do livro para os alunos, abordando o tema proposto;
Envolvendo hábitos de leitura e de pesquisa a postura de estudo dos alunos;
Dividir os alunos em grupos de 4ou5
Indicar as funções para a apresentação do trabalho na culminância;
Promover reunião e integração dos alunos no propósito das tarefas.

AVALIAÇÃO:

Registrar o comportamento e a postura dos alunos em relação às questões propostas nas atividades, assim como o senso de colaboração e a atitude.

Avaliar as atividades apresentadas.

Dia da Apresentação: 22 de Outubro de 2009
No Espaço do Auditório do Colégio Estadual Presidente Costa e Silva

PROGRAMAÇÃO


Abertura com O professor Evandro Costa e projeção do filme “O pequeno príncipe”
Esquetes em ordem de 1 a 9 dos grupos de alunos do projeto.
Apresentação do Seminário dos temas Relacionamento e Comportamento humano.
Coquetel de encerramento


Alunos que estão no projeto:

Grupo 1
Jean Rafael Silva
Marina de Figueredo da Silva
Rebeca Inácio do Nascimento
Thiago Soares Barbosa
Grupo 2
Beatriz Gomes Bermond
Andrew de Freitas Gabry
Luis Freitas Gomes
Isabela Santos Ferreira
Grupo 3
Thaylaine dos Santos Siqueira
Caio Lima da Silva
Bruna Caroline Vieira Malfetano,
Paloma Frazão,
Marcus Patrick Silva Fontenele de Araújo
Raquel Tavares Candido Correia
Grupo 4
Caroline Nascimento Franca de Vasconcelos
Gabriel Damásio Evangelista
Luigi Fortes Mayer
Pedro Jorge Martins dos Santos
Grupo 5
Larissa Pinheiro de Almeida Silva
Lúcio Antonio da Silva Santos
Clarice da Silva Ribeiro Filomeno
Catarine Mourão Vieira
Karine Cristine Martins Campelo
Grupo 6
Mariana Rosa de Moraes
Simoni Nunes dos Santos
Sidcley de Oliveira Vilela
Katharine Aparecida dos Santos

Grupo 7
Thiago Araújo de Moraes
Gabriel de Oliveira de Gonçalves
Jéssica de Castro Coutinho da Silva
Gabriela Karine Careli de Sá Silva
Grupo 8
Maria Eduarda Silva dos Santos
Alisson Rodrigues Pereira Bento
Juliana Rodrigues Lopes Lima
Rayan Gomes Ribeiro
Grupo 9
Ernani Almeida de Oliveira
Tauane de Matos Rodrigues
Bianca Guerra Medeiros
Kyanne Gloria Machado Azeredo
Larissa do Carmo Vieira
Grupo 10
Tamires de Oliveira
Caroline da Silva Pereira
Brenda Barbosa Rodrigues
Stephanie Alves de Andrade
Daniel Sales do Nascimento
Rafael Barbosa
Esquetes e Seminários:

Grupo 1
Esquete:Uma criança fala o que quer ser quando crescer.
Seminário:Profissões de valor
Grupo 2
Esquete: Menina se acha bela mas não é amada
Seminário: Convívio com as diferenças das pessoas.
Grupo 3
Esquete: O que representa a sinceridade
Seminário: Os nossos maiores amores.
Grupo 4
Esquete: O pequeno príncipe fala sobre mentira
Seminário: Razão e fantasia
Grupo 5
Esquete: O pequeno príncipe fala sobre sua casa
Seminário: A importância de gostar de alguém.
Grupo 6
Esquete: O pequeno fala sobre o respeito com a criança e com o adulto.
Seminário: A importância do respeito pelos semelhantes
Grupo 7
Esquete: O pequeno príncipe se despede da terra e fala sobre protegê-la
Seminário: Devemos cuidar de nossos ambientes
Grupo 8
Esquete: O pequeno príncipe morre com a picada da serpente e o piloto chora.
Seminário: Como devemos nos comportar diante da morte.

Grupo 9
Esquete: uma fala sobre as impressões da educação.
Seminário: O valor que tem ter formação profissional.
Grupo 10
Apoio técnico de efeitos sonoros e visuais.
Brenda Barbosa Rodrigues
Vestuário, e apresentação.

Agradecimentos:
Ao Senhor Jesus por nos dar a oportunidade de continuar nosso trabalho
Com fé e dignidade, mesmo contra as adversidades;
À memória de Angelina Rodrigues Costa, minha avó e contadora de histórias
À todos os alunos participantes
À Direção Do Colégio Presidente Costa e Silva;
Aos professores;
À biblioteca do Colégio Presidente Costa e Silva;
Ao centro tecnológico;
Aos funcionários do colégio.
E a todos que nos ajudaram na tarefa deste trabalho.
Aos promolters: Thaylaine dos Santos Siqueira,Rafael Barbosa e Brenda Barbosa Rodrigues.

olhando a praia e os biquines!


olhando a praia e os biquines!


quinta-feira, 17 de setembro de 2009



Só restou silêncio de um coração vazio,
Que sonha acordado e sofre calado
No peito apertado.

E só restou a saudade de um dia de chuva.
Seu corpo molhado em meus braços enlaçados
Sentindo a verdade de um órfão de amor
Querendo em seu peito um abrigo sem dor.

E só restou a tristeza da mesma sala vazia
E o resto de uma poesia que fiz na parede
Para ler todos os dias como se fosse uma
Reza de amor.


Edivaldo Costa

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Rever não é ver de novo é ver melhor


Sempre há tempo para rever nosssas ideias, pois a verdade absoluta chama-se Deus.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Vai minha alma
Segue o meu encanto!
Abraça o meu céu!
Eterniza meu momento
Seja o eterno a Beleza
Divina, o sonho e a vida
A realidade nova!
O homem traz em si a beleza natural de Deus e alguns raros podem representá-las, tal qual Renoir



Drew Barrymore é uma Vênus do Cinema, ela encanta os meus olhos e faz sorrir todo meu coração!

terça-feira, 8 de julho de 2008

Ler Clarice é...
Teresa Montero
Ler Clarice é viver em permanente estado de paixão. Ler Clarice exige uma mudança de postura do leitor no modo pelo qual ele se aproxima do texto. É que o texto de Clarice pede uma escuta atenta, uma entrega de quem o lê. Clarice fala de coisas presentes no nosso dia-a-dia, o modo pelo qual reagimos aos acontecimentos mais banais, como andar na rua, olhar-se ao espelho ou conversar com um amigo. Ela nos mostra, também, outras coisas vivenciadas interiormente, aqueles momentos sem palavras dos quais só o nosso coração testemunha. Clarice escreve textos como quem vai desvelando a realidade, sondando os gestos, os olhares; tudo tão sutilmente que quando o leitor se dá conta vê-se diante de um instante mágico, especial, ao reconhecer a sua vida, a si mesmo, através daquelas palavras.
Ler Clarice é uma oportunidade de mudar o seu olhar diante do universo. É estar disponível para se aventurar no seu interior de forma irracional, sem censuras. Deixar-se levar pela imaginação, pela intuição e usá-las como forma de conhecimento.
Ao publicar A paixão segundo G.H., Clarice escreveu uma pequena nota introdutória onde pedia que este livro só fosse lido por pessoas de alma já formada. Isso mostra até que ponto pode-se absorver o que o seu texto diz. Ao ler Clarice deve-se estar disposto a aceitar o não entendimento de determinados processos da vida. Clarice dizia: “Suponho que entender não seja uma questão de inteligência, mas uma questão de sentir, de entrar em contato.” Isso faz parte do caminho aberto pelo seu texto. Cada leitor contém a sua bagagem particular de experiências, sensações, acionadas no momento da leitura; Clarice sabe disso e valoriza estas particularidades. Seu texto é um convite permanente ao "viver ultrapassa todo o entendimento" (palavras de Clarice).
Clarice escreveu crônicas, contos, romances, livros infantis, reportagens, páginas femininas, uma peça teatral, enfim, exercitou-se em diferentes registros de textos, mas imprimiu sua marca em todos eles: o texto interroga, faz o natural parecer sobrenatural, imprime um sentido ainda desconhecido por nós.
Viver essa experiência de ser leitor de Clarice é uma aventura no que ela tem de imprevisível, surpreendente, perigoso, ao mesmo tempo é um presente porque quando se está lendo Clarice você se sente especial dentro deste universo criado por ela. Especial porque você consegue se reconhecer como um ser humano cheio de limitações, sujeito às adversidades da vida, ao fracasso, às crises, mas também capaz de trilhar um caminho repleto de descobertas, de sustos, de grandes alegrias, de momentos de êxtase, vertigens, delírios.
Ler Clarice é a possibilidade de viver intensamente o que se é.

sábado, 28 de junho de 2008

A beleza de amar estar em ser diferente cada dia, em poder dizer eu te amo de formas infinitas, mas verdadeiras, Tenile, você marca meu coração com pegadas de sorriso, você é um sonho onde está meu paraíso, você é minha mulher, quero você !

quarta-feira, 26 de março de 2008


O colecionador de nuvens

Eu perdia muitas coisas, em casa, na rua, no trabalho, onde estivesse eu perdia, parecia um complô do invisível contra mim, tão logo procurava por qualquer coisa, já perdia, isto me envelhecia, me tirava o sono e o amor próprio, logo eu, que tanto amo a vida. Resolvi então parar de procurar, aceitar as perdas e ganhar a liberdade, esta sim me agrada. Cansado das perdas e das coisas desagradáveis, decidi mudar meu estilo de vida.
Tornei-me colecionador de nuvens, nimbos, cirros, extratos, cúmulos, enfim, todas as nuvens eu colecionava na memória, saia de manhã, de tarde e a noite colhendo as mais belas nuvens, assim que as via pronto, as guardava na memória e no céu, é claro! Fui feliz por muito tempo, ganhei até dinheiro, fazendo palestras sobre nuvens, de tão profundo e detalhando foi meu esmero neste estudo, porém, ainda havia um descontentamento em mim ainda não aceitava as perdas do passado.
Em muitas das minhas andanças no olhar das nuvens vi um avião, que deixava em fumaça por entre as nuvens, a seguinte frase: “Achado e perdidos, venha descobrir o melhor”. O avião ao passar sobre a rua onde eu estava fez chover centenas de milhares de papel picado com os dizeres: “Achados e perdidos, venha já. Rua das lembranças s/n, Vale da Saudade”. Nunca ouvira falar em tal lugar, mas me senti atraído e procurei até encontrar.
Era uma rua pequena, calçada de pedras azuis, onde havia uma lojinha com o nome de: achado e perdidos, colorida como o arco-íris, onde havia umas pessoas simpáticas recebendo quem ali chegasse. Uma senhora procurava uma carta de amor, um senhor, por um cão, outra senhora procurava por saúde, uma menina pela mãe, uma jovem moça procurava por amor, eu procurava por tantas coisas, que já nem sabia por onde começar, um senhor bem velho procurava pela juventude, eu procurava, apenas procurava! Uma atendente perguntou-me o que procurava? Respondi-lhe que procurava, apenas procurava, ela então me apresentou um rapaz para tirar minhas dúvidas cujo nome era Achou, perguntei o que Achou estava fazendo ali, ele não sabia, Achou estava perdido, havia sido deixado desde garoto nas ruas de sua cidade. Também havia um homem chamado Sumiu, que não sabia de nada nem de ninguém, perguntaram-me por meu nome, eu preferi ser conhecido como Procurando, todos então passaram a me mostrar várias coisas na esperança de me ajudar.
Foi um verdadeiro encontro, eu olhava as prateleiras cheias de objetos perdidos, tudo ali, pronto para ser entregue, apenas pelo preço da busca, disseram –me que quanto maior uma busca mais caro se torna um achado. As minhas douradas meias de garoto, meu bonequinho cow boy, minha boina, enfim tudo que havia perdido estava ali diante de mim, mas eu não queria mais, pois aqueles objetos perderam-se nos momentos do passado.
A loja era um verdadeiro arco-íris dos achados, de cores e de brilhos, surpresas e saudade. O interessante era os achados. A senhora que procurava a carta achou, o cão foi achado; a saúde tinha acabado, o amor havia se renovado e a juventude estava na mente, tudo se resolvia, menos a solidão que eu sentia, eu a possuía, queria me livrar, mas não ali, eu era um colecionador de nuvens, eu as guardava no céu e na memória. Sumiu me chamou para dizer que havia feito um amigo, conheceu Achou com quem iria conversar muito.” Procurando, você encontrou o que queria?” Me perguntou o amigo Sumiu, lhe respondi que sim, mas que deixaria tudo ali, não queria mais. Falei sobre minha coleção de nuvens, todos ficaram encantados à medida que ia descrevendo-as.Naquele dia fui à praia, pra colocar dentro de uma garrafa de vidro uma carta para Deus, agradecendo-Lhe por minha coleção e por meu bem estar.
Eu nunca mais perdi nada, eu nunca mais procurei por nada, eu guardo minhas nuvens no céu, eu aprendia não ser só, eu tenho as nuvens que se transformam em vários formatos e em coração me torna feliz e completo.



Leddo Domus