Não importa onde estejemos, somos sempre o mesmo, mudam as paisagens, mas o ser é inalterável. O longe e o perto é um estado de espirito. O ser contém o universo.quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
portal da arte
porque a vida

Porque a vida é celebração do viver bem, aprendendo, andando pra frente em busca de um um lugar ao sol, porque a vida é uma propriedade de existência do ser na mentalidade maior do universo. Porque a vida é uma forma maior de amar o Senhor e continuar existindo com esperanças de renascer em um mundo melhor para que continue ajudando o perenizar da existência em harmonia com os espiritos no sentido evolutivo.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Construir é um buscar constante por luzes, não aceitar o pouco, o ruim, mas sim fazer o novo de novo norenovar constante, isto sim é contruir, pois assim vale a pena ver o belo, ser belo e viver,
estes são engenheiros da renovação, técnicos de buscas felizes que acendem a vida todo dia,Lúcio e Cleide, dois heróis livres da renovação no trabalho da educação.
domingo, 13 de dezembro de 2009
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
o paraiso em mim
domingo, 1 de novembro de 2009
RELACIONAMENTO
E
COMPORTAMENTO
HUMANO
NA LEITURA
DA OBRA
O PEQUENO PRINCÍPE
DE
ANTOINE DE SAINT- EXUPERY
COLÉGIO ESTADUAL PRESIDENTE COSTA E SILVA
Professor: Evandro Costa. E-mail leddoris@hotmail.com
Projeto de leitura Relacionamento e Comportamento humano.
Livro texto: O pequeno príncipe de Antoine de Sant Exupéry
OBJETIVOS:
Trabalhar a questão da compreensão da leitura
Construção de leitores que escrevam sob senso critico
Estimular a leitura e aprendizagem continuada.
Ano: 8º e 9º
Tempo estimado de apresentação: uma tarde ou quatro tempos de aula.
RECURSOS:
O livro: “O pequeno príncipe”
D.V.D do filme: “O pequeno príncipe”
Desenhos produzidos pelos alunos
Apoio do Centro Tecnológico
Apoio da direção da Escola
Repertorio musical ambiente
DESENVOLVIMENTO:
1ª Etapa:
Obter e disponibilizar para fins de leitura o livro texto.
2ª Etapa:
Fazer leituras do livro para os alunos, abordando o tema proposto;
Envolvendo hábitos de leitura e de pesquisa a postura de estudo dos alunos;
Dividir os alunos em grupos de 4ou5
Indicar as funções para a apresentação do trabalho na culminância;
Promover reunião e integração dos alunos no propósito das tarefas.
AVALIAÇÃO:
Registrar o comportamento e a postura dos alunos em relação às questões propostas nas atividades, assim como o senso de colaboração e a atitude.
Avaliar as atividades apresentadas.
Dia da Apresentação: 22 de Outubro de 2009
No Espaço do Auditório do Colégio Estadual Presidente Costa e Silva
PROGRAMAÇÃO
Abertura com O professor Evandro Costa e projeção do filme “O pequeno príncipe”
Esquetes em ordem de 1 a 9 dos grupos de alunos do projeto.
Apresentação do Seminário dos temas Relacionamento e Comportamento humano.
Coquetel de encerramento
Alunos que estão no projeto:
Grupo 1
Jean Rafael Silva
Marina de Figueredo da Silva
Rebeca Inácio do Nascimento
Thiago Soares Barbosa
Grupo 2
Beatriz Gomes Bermond
Andrew de Freitas Gabry
Luis Freitas Gomes
Isabela Santos Ferreira
Grupo 3
Thaylaine dos Santos Siqueira
Caio Lima da Silva
Bruna Caroline Vieira Malfetano,
Paloma Frazão,
Marcus Patrick Silva Fontenele de Araújo
Raquel Tavares Candido Correia
Grupo 4
Caroline Nascimento Franca de Vasconcelos
Gabriel Damásio Evangelista
Luigi Fortes Mayer
Pedro Jorge Martins dos Santos
Grupo 5
Larissa Pinheiro de Almeida Silva
Lúcio Antonio da Silva Santos
Clarice da Silva Ribeiro Filomeno
Catarine Mourão Vieira
Karine Cristine Martins Campelo
Grupo 6
Mariana Rosa de Moraes
Simoni Nunes dos Santos
Sidcley de Oliveira Vilela
Katharine Aparecida dos Santos
Grupo 7
Thiago Araújo de Moraes
Gabriel de Oliveira de Gonçalves
Jéssica de Castro Coutinho da Silva
Gabriela Karine Careli de Sá Silva
Grupo 8
Maria Eduarda Silva dos Santos
Alisson Rodrigues Pereira Bento
Juliana Rodrigues Lopes Lima
Rayan Gomes Ribeiro
Grupo 9
Ernani Almeida de Oliveira
Tauane de Matos Rodrigues
Bianca Guerra Medeiros
Kyanne Gloria Machado Azeredo
Larissa do Carmo Vieira
Grupo 10
Tamires de Oliveira
Caroline da Silva Pereira
Brenda Barbosa Rodrigues
Stephanie Alves de Andrade
Daniel Sales do Nascimento
Rafael Barbosa
Esquetes e Seminários:
Grupo 1
Esquete:Uma criança fala o que quer ser quando crescer.
Seminário:Profissões de valor
Grupo 2
Esquete: Menina se acha bela mas não é amada
Seminário: Convívio com as diferenças das pessoas.
Grupo 3
Esquete: O que representa a sinceridade
Seminário: Os nossos maiores amores.
Grupo 4
Esquete: O pequeno príncipe fala sobre mentira
Seminário: Razão e fantasia
Grupo 5
Esquete: O pequeno príncipe fala sobre sua casa
Seminário: A importância de gostar de alguém.
Grupo 6
Esquete: O pequeno fala sobre o respeito com a criança e com o adulto.
Seminário: A importância do respeito pelos semelhantes
Grupo 7
Esquete: O pequeno príncipe se despede da terra e fala sobre protegê-la
Seminário: Devemos cuidar de nossos ambientes
Grupo 8
Esquete: O pequeno príncipe morre com a picada da serpente e o piloto chora.
Seminário: Como devemos nos comportar diante da morte.
Grupo 9
Esquete: uma fala sobre as impressões da educação.
Seminário: O valor que tem ter formação profissional.
Grupo 10
Apoio técnico de efeitos sonoros e visuais.
Brenda Barbosa Rodrigues
Vestuário, e apresentação.
Agradecimentos:
Ao Senhor Jesus por nos dar a oportunidade de continuar nosso trabalho
Com fé e dignidade, mesmo contra as adversidades;
À memória de Angelina Rodrigues Costa, minha avó e contadora de histórias
À todos os alunos participantes
À Direção Do Colégio Presidente Costa e Silva;
Aos professores;
À biblioteca do Colégio Presidente Costa e Silva;
Ao centro tecnológico;
Aos funcionários do colégio.
E a todos que nos ajudaram na tarefa deste trabalho.
Aos promolters: Thaylaine dos Santos Siqueira,Rafael Barbosa e Brenda Barbosa Rodrigues.
E
COMPORTAMENTO
HUMANO
NA LEITURA
DA OBRA
O PEQUENO PRINCÍPE
DE
ANTOINE DE SAINT- EXUPERY
COLÉGIO ESTADUAL PRESIDENTE COSTA E SILVA
Professor: Evandro Costa. E-mail leddoris@hotmail.com
Projeto de leitura Relacionamento e Comportamento humano.
Livro texto: O pequeno príncipe de Antoine de Sant Exupéry
OBJETIVOS:
Trabalhar a questão da compreensão da leitura
Construção de leitores que escrevam sob senso critico
Estimular a leitura e aprendizagem continuada.
Ano: 8º e 9º
Tempo estimado de apresentação: uma tarde ou quatro tempos de aula.
RECURSOS:
O livro: “O pequeno príncipe”
D.V.D do filme: “O pequeno príncipe”
Desenhos produzidos pelos alunos
Apoio do Centro Tecnológico
Apoio da direção da Escola
Repertorio musical ambiente
DESENVOLVIMENTO:
1ª Etapa:
Obter e disponibilizar para fins de leitura o livro texto.
2ª Etapa:
Fazer leituras do livro para os alunos, abordando o tema proposto;
Envolvendo hábitos de leitura e de pesquisa a postura de estudo dos alunos;
Dividir os alunos em grupos de 4ou5
Indicar as funções para a apresentação do trabalho na culminância;
Promover reunião e integração dos alunos no propósito das tarefas.
AVALIAÇÃO:
Registrar o comportamento e a postura dos alunos em relação às questões propostas nas atividades, assim como o senso de colaboração e a atitude.
Avaliar as atividades apresentadas.
Dia da Apresentação: 22 de Outubro de 2009
No Espaço do Auditório do Colégio Estadual Presidente Costa e Silva
PROGRAMAÇÃO
Abertura com O professor Evandro Costa e projeção do filme “O pequeno príncipe”
Esquetes em ordem de 1 a 9 dos grupos de alunos do projeto.
Apresentação do Seminário dos temas Relacionamento e Comportamento humano.
Coquetel de encerramento
Alunos que estão no projeto:
Grupo 1
Jean Rafael Silva
Marina de Figueredo da Silva
Rebeca Inácio do Nascimento
Thiago Soares Barbosa
Grupo 2
Beatriz Gomes Bermond
Andrew de Freitas Gabry
Luis Freitas Gomes
Isabela Santos Ferreira
Grupo 3
Thaylaine dos Santos Siqueira
Caio Lima da Silva
Bruna Caroline Vieira Malfetano,
Paloma Frazão,
Marcus Patrick Silva Fontenele de Araújo
Raquel Tavares Candido Correia
Grupo 4
Caroline Nascimento Franca de Vasconcelos
Gabriel Damásio Evangelista
Luigi Fortes Mayer
Pedro Jorge Martins dos Santos
Grupo 5
Larissa Pinheiro de Almeida Silva
Lúcio Antonio da Silva Santos
Clarice da Silva Ribeiro Filomeno
Catarine Mourão Vieira
Karine Cristine Martins Campelo
Grupo 6
Mariana Rosa de Moraes
Simoni Nunes dos Santos
Sidcley de Oliveira Vilela
Katharine Aparecida dos Santos
Grupo 7
Thiago Araújo de Moraes
Gabriel de Oliveira de Gonçalves
Jéssica de Castro Coutinho da Silva
Gabriela Karine Careli de Sá Silva
Grupo 8
Maria Eduarda Silva dos Santos
Alisson Rodrigues Pereira Bento
Juliana Rodrigues Lopes Lima
Rayan Gomes Ribeiro
Grupo 9
Ernani Almeida de Oliveira
Tauane de Matos Rodrigues
Bianca Guerra Medeiros
Kyanne Gloria Machado Azeredo
Larissa do Carmo Vieira
Grupo 10
Tamires de Oliveira
Caroline da Silva Pereira
Brenda Barbosa Rodrigues
Stephanie Alves de Andrade
Daniel Sales do Nascimento
Rafael Barbosa
Esquetes e Seminários:
Grupo 1
Esquete:Uma criança fala o que quer ser quando crescer.
Seminário:Profissões de valor
Grupo 2
Esquete: Menina se acha bela mas não é amada
Seminário: Convívio com as diferenças das pessoas.
Grupo 3
Esquete: O que representa a sinceridade
Seminário: Os nossos maiores amores.
Grupo 4
Esquete: O pequeno príncipe fala sobre mentira
Seminário: Razão e fantasia
Grupo 5
Esquete: O pequeno príncipe fala sobre sua casa
Seminário: A importância de gostar de alguém.
Grupo 6
Esquete: O pequeno fala sobre o respeito com a criança e com o adulto.
Seminário: A importância do respeito pelos semelhantes
Grupo 7
Esquete: O pequeno príncipe se despede da terra e fala sobre protegê-la
Seminário: Devemos cuidar de nossos ambientes
Grupo 8
Esquete: O pequeno príncipe morre com a picada da serpente e o piloto chora.
Seminário: Como devemos nos comportar diante da morte.
Grupo 9
Esquete: uma fala sobre as impressões da educação.
Seminário: O valor que tem ter formação profissional.
Grupo 10
Apoio técnico de efeitos sonoros e visuais.
Brenda Barbosa Rodrigues
Vestuário, e apresentação.
Agradecimentos:
Ao Senhor Jesus por nos dar a oportunidade de continuar nosso trabalho
Com fé e dignidade, mesmo contra as adversidades;
À memória de Angelina Rodrigues Costa, minha avó e contadora de histórias
À todos os alunos participantes
À Direção Do Colégio Presidente Costa e Silva;
Aos professores;
À biblioteca do Colégio Presidente Costa e Silva;
Ao centro tecnológico;
Aos funcionários do colégio.
E a todos que nos ajudaram na tarefa deste trabalho.
Aos promolters: Thaylaine dos Santos Siqueira,Rafael Barbosa e Brenda Barbosa Rodrigues.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Só
Só restou silêncio de um coração vazio,
Que sonha acordado e sofre calado
No peito apertado.
E só restou a saudade de um dia de chuva.
Seu corpo molhado em meus braços enlaçados
Sentindo a verdade de um órfão de amor
Querendo em seu peito um abrigo sem dor.
E só restou a tristeza da mesma sala vazia
E o resto de uma poesia que fiz na parede
Para ler todos os dias como se fosse uma
Reza de amor.
Edivaldo Costa
Só restou silêncio de um coração vazio,
Que sonha acordado e sofre calado
No peito apertado.
E só restou a saudade de um dia de chuva.
Seu corpo molhado em meus braços enlaçados
Sentindo a verdade de um órfão de amor
Querendo em seu peito um abrigo sem dor.
E só restou a tristeza da mesma sala vazia
E o resto de uma poesia que fiz na parede
Para ler todos os dias como se fosse uma
Reza de amor.
Edivaldo Costa
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
terça-feira, 8 de julho de 2008
Ler Clarice é...
Teresa Montero
Ler Clarice é viver em permanente estado de paixão. Ler Clarice exige uma mudança de postura do leitor no modo pelo qual ele se aproxima do texto. É que o texto de Clarice pede uma escuta atenta, uma entrega de quem o lê. Clarice fala de coisas presentes no nosso dia-a-dia, o modo pelo qual reagimos aos acontecimentos mais banais, como andar na rua, olhar-se ao espelho ou conversar com um amigo. Ela nos mostra, também, outras coisas vivenciadas interiormente, aqueles momentos sem palavras dos quais só o nosso coração testemunha. Clarice escreve textos como quem vai desvelando a realidade, sondando os gestos, os olhares; tudo tão sutilmente que quando o leitor se dá conta vê-se diante de um instante mágico, especial, ao reconhecer a sua vida, a si mesmo, através daquelas palavras.
Ler Clarice é uma oportunidade de mudar o seu olhar diante do universo. É estar disponível para se aventurar no seu interior de forma irracional, sem censuras. Deixar-se levar pela imaginação, pela intuição e usá-las como forma de conhecimento.
Ao publicar A paixão segundo G.H., Clarice escreveu uma pequena nota introdutória onde pedia que este livro só fosse lido por pessoas de alma já formada. Isso mostra até que ponto pode-se absorver o que o seu texto diz. Ao ler Clarice deve-se estar disposto a aceitar o não entendimento de determinados processos da vida. Clarice dizia: “Suponho que entender não seja uma questão de inteligência, mas uma questão de sentir, de entrar em contato.” Isso faz parte do caminho aberto pelo seu texto. Cada leitor contém a sua bagagem particular de experiências, sensações, acionadas no momento da leitura; Clarice sabe disso e valoriza estas particularidades. Seu texto é um convite permanente ao "viver ultrapassa todo o entendimento" (palavras de Clarice).
Clarice escreveu crônicas, contos, romances, livros infantis, reportagens, páginas femininas, uma peça teatral, enfim, exercitou-se em diferentes registros de textos, mas imprimiu sua marca em todos eles: o texto interroga, faz o natural parecer sobrenatural, imprime um sentido ainda desconhecido por nós.
Viver essa experiência de ser leitor de Clarice é uma aventura no que ela tem de imprevisível, surpreendente, perigoso, ao mesmo tempo é um presente porque quando se está lendo Clarice você se sente especial dentro deste universo criado por ela. Especial porque você consegue se reconhecer como um ser humano cheio de limitações, sujeito às adversidades da vida, ao fracasso, às crises, mas também capaz de trilhar um caminho repleto de descobertas, de sustos, de grandes alegrias, de momentos de êxtase, vertigens, delírios.
Ler Clarice é a possibilidade de viver intensamente o que se é.
Teresa Montero
Ler Clarice é viver em permanente estado de paixão. Ler Clarice exige uma mudança de postura do leitor no modo pelo qual ele se aproxima do texto. É que o texto de Clarice pede uma escuta atenta, uma entrega de quem o lê. Clarice fala de coisas presentes no nosso dia-a-dia, o modo pelo qual reagimos aos acontecimentos mais banais, como andar na rua, olhar-se ao espelho ou conversar com um amigo. Ela nos mostra, também, outras coisas vivenciadas interiormente, aqueles momentos sem palavras dos quais só o nosso coração testemunha. Clarice escreve textos como quem vai desvelando a realidade, sondando os gestos, os olhares; tudo tão sutilmente que quando o leitor se dá conta vê-se diante de um instante mágico, especial, ao reconhecer a sua vida, a si mesmo, através daquelas palavras.
Ler Clarice é uma oportunidade de mudar o seu olhar diante do universo. É estar disponível para se aventurar no seu interior de forma irracional, sem censuras. Deixar-se levar pela imaginação, pela intuição e usá-las como forma de conhecimento.
Ao publicar A paixão segundo G.H., Clarice escreveu uma pequena nota introdutória onde pedia que este livro só fosse lido por pessoas de alma já formada. Isso mostra até que ponto pode-se absorver o que o seu texto diz. Ao ler Clarice deve-se estar disposto a aceitar o não entendimento de determinados processos da vida. Clarice dizia: “Suponho que entender não seja uma questão de inteligência, mas uma questão de sentir, de entrar em contato.” Isso faz parte do caminho aberto pelo seu texto. Cada leitor contém a sua bagagem particular de experiências, sensações, acionadas no momento da leitura; Clarice sabe disso e valoriza estas particularidades. Seu texto é um convite permanente ao "viver ultrapassa todo o entendimento" (palavras de Clarice).
Clarice escreveu crônicas, contos, romances, livros infantis, reportagens, páginas femininas, uma peça teatral, enfim, exercitou-se em diferentes registros de textos, mas imprimiu sua marca em todos eles: o texto interroga, faz o natural parecer sobrenatural, imprime um sentido ainda desconhecido por nós.
Viver essa experiência de ser leitor de Clarice é uma aventura no que ela tem de imprevisível, surpreendente, perigoso, ao mesmo tempo é um presente porque quando se está lendo Clarice você se sente especial dentro deste universo criado por ela. Especial porque você consegue se reconhecer como um ser humano cheio de limitações, sujeito às adversidades da vida, ao fracasso, às crises, mas também capaz de trilhar um caminho repleto de descobertas, de sustos, de grandes alegrias, de momentos de êxtase, vertigens, delírios.
Ler Clarice é a possibilidade de viver intensamente o que se é.
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