quarta-feira, 3 de outubro de 2007
O coração tem um caminho, ele passa pelo mar, encosta-se no céu, ele sobe montanhas e atravessa imensas planícies, ele não come, não bebe, ele vive por viver ao sabor da emoção, ele se encanta, chora, ri, se sente feliz e infeliz, tem vezes até que quer sumir, mas ele só morre mesmo quando a razão o grita, dizendo que futuro apagou, que o sonho acordou, que a noite chegou, então ele fica ele,sozinho, silencioso, e volta para o peito do seu eu, este eu que lhe pertence, que por mais que lhe maltratem, não desiste de amar. Um dia, quem sabe, o sol volte e ele se alegre de novo, pelo simples motivo de poder sorrir.
terça-feira, 2 de outubro de 2007

Se eu pudesse fazer um paraíso, eu o faria com uma água limpa, com o céu azul e com uma linda garota se banhando e vivendo a delícia de viver, esta menina, Jenifer, seria você, pois você é natural, linda e muito sincera, mas como não posso fazer este paraíso, veja e viva tudo isto em meu coração, pois te gosto e te dou os encantos que sonho.
leddo
sábado, 29 de setembro de 2007

Estas gatinhas além de serem lindas, são inteligentes e muito amigas, elas são estrelas que vão brilhar no universo do sucesso, com a proteção do Senhor Jesus, Amanda, Tais e Thissiane, são minhas gatinhas. Eu sou feliz e orgulhoso por conhecer garotas tão lindas e amigas assim, se todas fossem assim, o mundo seria simplesmente perfeito.
sábado, 22 de setembro de 2007
Sagrado ser profano

Sagrado ser profano
Oh Sagrado! Oh frágil!
E delicado ser!
Olhos limpos, ingênuos!
Que sorri ao olhar.
Com silêncio brando,
Meiguice e pureza inicial.
Que tem o céu no semblante!
Um ar perfumado!
Assim como uma fera escondida,
Que fixa seu olhar na perdiz distraída,
Assim com ímpeto de caçador
Que devora o ar por onde a fera passou!
É assim que se consome o fulgor!
Um querer latejante, um cio abstrato,
Um extrato lampejo, tal delicia sonhada,
O constante desejo de nunca acabar,
Ma que acaba no simples saciar.
Oh! Sagrado ser! Que me apavora
E tão frágil me domina!
Oh! Sagrado ser que me profana!
E me alucina.
quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Praia de mim
Andei pela praia em uma quinta-feira, o sol estava muito quente e o céu de um azul único e, eu me presenteei andando pela praia. Eu ia com muitas vozes e muitas imagens, com muitos amores e muitos desejos, eu andava pra mim mesma. Eu consumia a paisagem, que se atirava sobre meus pensamentos.
Por um instante sentei sobre uma pedra e molhei os pés, o mar abraçava meus sonhos. Eu deixei o céu chegar, sorri para o vento, me apresentei para mim. Tudo tão perto e tão distante, igual e diferente, tudo para mim.
Andei de volta pela areia, era a única em mim, tudo que via fazia parte de meu eu, o mar, a praia, o céu, a areia, todos que eu amo. Andei de volta pela areia, andei de volta pra mim. Abracei todo meu mundo, que maior que se tornasse, ainda caberia em meu coração. Entrei na água como quem entra no céu, no desejo de ser estrela e brilhar para o meu mundo!
Levei o mar junto com o céu e aqui estou montando e desmontando um quebra-cabeça com elementos do amor.
No final, eu percebo que tudo se reinicia, assim como a vida nos momentos felizes que Deus nos reserva.
leddo Dommus
terça-feira, 11 de setembro de 2007
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Esta crônica é dedicada a uma estrelinha, chamada Jeniffer, esta garotinha linda da escola
Amor de Estrela
De manhã, o telefone tocou, era o amor de minha vida dizendo que queria acabar tudo e, por este motivo, queria passar todo o último dia comigo.
A esperei no lugar de sempre, de lá fomos a um show musical no teatro João Caetano, depois almoçamos e fomos ao cinema, “Uma história de amor”, era o filme. Já anoitecendo, fomos ao teatro, em Copacabana, a peça era “Nunca é hora de adeus”. Ela estava linda como eu nunca havia percebido, seu olhar alegre,suas palavras amorosas, pena, era nosso último dia. Eu a olhava, já com saudade. O que faria sem ela? Inexplicavelmente, ela estava alegre, não parecia que fosse nosso último dia. Meu nome em seus lábios, era como uma música que me alegrava, mesmo sabendo que estávamos nos separando. Ela, ao meu lado, estava bela, me encantava, eu não sorria , apenas a olhava sem entender o porquê de nossa separação, dizem que uma estrela, quando está próxima do fim, brilha com sua maior intensidade. E ela brilhava intensamente, era o fim.
Era doze e meia da noite, o céu estava todo estrelado, o silêncio era já o de saudade. Eu não dormiria naquela noite, não teria sonhos de amor, eu me perderia no céu estrelado a procura da estrela que acabara de perder. O vento brando soprava o hálito de meu amor e o som do seu sorriso entrava em minha lembrança, que eu queria eternizar.
Enfim, hora de ir embora, pegamos um táxi e a deixei na Piedade, bairro onde mora. Ela me olhou branda e suave e percebeu-me triste e encantado com a noite e, disse: “Ainda bem que você vai me esperar Sábado, para irmos ao cinema.”
De manhã, o telefone tocou, era o amor de minha vida dizendo que queria acabar tudo e, por este motivo, queria passar todo o último dia comigo.
A esperei no lugar de sempre, de lá fomos a um show musical no teatro João Caetano, depois almoçamos e fomos ao cinema, “Uma história de amor”, era o filme. Já anoitecendo, fomos ao teatro, em Copacabana, a peça era “Nunca é hora de adeus”. Ela estava linda como eu nunca havia percebido, seu olhar alegre,suas palavras amorosas, pena, era nosso último dia. Eu a olhava, já com saudade. O que faria sem ela? Inexplicavelmente, ela estava alegre, não parecia que fosse nosso último dia. Meu nome em seus lábios, era como uma música que me alegrava, mesmo sabendo que estávamos nos separando. Ela, ao meu lado, estava bela, me encantava, eu não sorria , apenas a olhava sem entender o porquê de nossa separação, dizem que uma estrela, quando está próxima do fim, brilha com sua maior intensidade. E ela brilhava intensamente, era o fim.
Era doze e meia da noite, o céu estava todo estrelado, o silêncio era já o de saudade. Eu não dormiria naquela noite, não teria sonhos de amor, eu me perderia no céu estrelado a procura da estrela que acabara de perder. O vento brando soprava o hálito de meu amor e o som do seu sorriso entrava em minha lembrança, que eu queria eternizar.
Enfim, hora de ir embora, pegamos um táxi e a deixei na Piedade, bairro onde mora. Ela me olhou branda e suave e percebeu-me triste e encantado com a noite e, disse: “Ainda bem que você vai me esperar Sábado, para irmos ao cinema.”
sábado, 8 de setembro de 2007
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Este poema é dedicado a Amanda, a digna de ser amada.
Meu amor
Entre o silêncio de teu olhar,
Nas imagens de tua fala,
O que me faz te admirar,
É o que mais forte me cala.
É o encanto de tua lida,
O amanhecer do teu pensar,
É a tua alma fortalecida
No luta de teu buscar.
Se me fosse dado o direito,
Eu pediria ao meu Senhor,
Para morar bem dentro do peito
De meu sonhado amor.
Porém, o que sei da alegria,
Que pude conquistar,
Foi que nesta poesia,
Posso enfim, te falar.
Meu amor é abrangente,
Livre de paixão e pronto
Para te amar.
Entre o silêncio de teu olhar,
Nas imagens de tua fala,
O que me faz te admirar,
É o que mais forte me cala.
É o encanto de tua lida,
O amanhecer do teu pensar,
É a tua alma fortalecida
No luta de teu buscar.
Se me fosse dado o direito,
Eu pediria ao meu Senhor,
Para morar bem dentro do peito
De meu sonhado amor.
Porém, o que sei da alegria,
Que pude conquistar,
Foi que nesta poesia,
Posso enfim, te falar.
Meu amor é abrangente,
Livre de paixão e pronto
Para te amar.

Clara é a manhã, são as palavras lindas, a simplicidade de uma obra prima, a idéia dos que amam, Claras são luzes que levam os justos ao Senhor, as águas dos rios sadios. Clara são as pessoas que tem bondade e nobreza, mas que não ficam falando, apenas vivem o melhor de suas inteções. Clara é o nome desta linda moça, que engrandece todos os seus amigos e familiares, pois além de ser bela, é como o seu nome diz, iluminada, Clara. É um prazer estar e conhecer esta linda jovem, pois sei que ela irá conseguir muitas coisas boas na vida.
Um lugar ao Sol
Um lugar ao Sol
Este Blogger é como uma praça de idéias que os ventos do pensamento trazem logo dali da imaginação, para compor e recompor o melhor da mentalidade conceitual - psicológica e social. Há um conchavo com quem ama, gosta e vive, há uma cumplicidade com aqueles que constroem histórias de amor.
Este Blogger é como uma praça de idéias que os ventos do pensamento trazem logo dali da imaginação, para compor e recompor o melhor da mentalidade conceitual - psicológica e social. Há um conchavo com quem ama, gosta e vive, há uma cumplicidade com aqueles que constroem histórias de amor.
quarta-feira, 1 de agosto de 2007
Uma Razão de ficção
Não lembro quando a conheci, era linda, de olhos brilhantes e, dona do sorriso mais triste que já vi. Ela narrava completas tragédias de sua vida, perseguições implacáveis que sofria. Ela acreditava crer profundamente em sua tristeza e me convencia de tal forma, que ficava comovido, questionando os porquês daquele destino.
Ela sumia, eu ficava meses sem vê-la, de repente, nossos caminhos se entrelaçavam, e de novo o drama, a doença, o mau casamento, era como se transportasse toda sua tragédia em uma bolsa à tira-colo. Na última vez que a vi, fiquei tão preocupado, que à noite liguei para sua casa, sua irmã atendeu, sorridente e calma, ao lhe perguntar sobre a Irmã, disse-me que havia saído com o namorado, que fora ao cinema e de lá iam dançar. Calei revoltado e me despedi. Que mulher era aquela? Que morria de dia e à noite ia namorar? Julguei-me um tolo e uma nuvem de impropérios me sacudiu o pensamento.Esquecer era a solução, ou ela era louca ou praticava teatro consigo mesma, afinal, estava bem. Estava certo e decidido, não mais pensaria na tal mulher.
A natureza, às vezes, interfere na compreensão da razão de tal forma, que a explicação para isto é uma divagação esdrúxula e sem brilho. Certa tarde, olhei no canteiro um animal quieto, parado, era uma rã marrom-molhada, olhei fixamente e me aproximei ao perceber que o animal não se movia, para a minha surpresa era uma folha da amendoeira, olhei de novo do mesmo lugar de antes, lá estava a rã, era enfim, era uma questão de percepção e de sensibilidade.
Precisei ir à papelaria, ao chegar lá, deparei com a mulher sofredora, tentei fazer de conta que não a tinha visto, ela estava com a irmã, a sorridente, as duas me viram, a sofredora nada falou, parecia estar em choque de tristeza, a irmã me cumprimentou e disse que tinham sido assaltadas em casa e devido ao trauma, mudaram de endereço, a sofredora me entregou um bilhete com frases do seu sofrimento e com os nomes dos remédios que estava tomando, me despedi, desta vez nem olhei para trás. Pareciam duas loucas, uma sorridente e a outra sofredora. Tempos mais tarde, ao chegar em minha casa, à noite, recebi um recado que a mulher sofredora deixara um panfleto de propaganda, me avisando de um concurso de contos. Eu entendi menos ainda a razão daquela mulher, que fazia força de existir na razão e na ficção. Sentei, peguei minha caneta tinteiro, eis os fatos.
Leddo Dommus
sábado, 21 de julho de 2007
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